A Corrida de Reis 2026, em Cuiabá, não será decidida apenas pela velocidade. A altimetria do percurso de 10 km mostra um trajeto ondulado, com trechos que exigem atenção, inteligência e boa administração de energia por parte dos atletas.
Logo no início, entre o km 0 e o km 2, o percurso apresenta leve descida e partes favoráveis. É um trecho ideal para aquecer, ajustar o ritmo e encontrar a respiração, mas sem exagerar na empolgação da largada.
Do km 2 ao km 4, começam as ondulações. Pequenas subidas e descidas já pedem mais controle, preparando o corpo para a parte mais exigente da prova.
O trecho mais desafiador está concentrado entre o km 4 e o km 7, onde aparecem as subidas mais longas e constantes. Nesse ponto, o ideal é reduzir o ritmo, encurtar a passada e focar na respiração. Forçar demais aqui pode custar caro no final da corrida.
A boa notícia vem entre o km 7 e o km 8, onde o percurso apresenta descida mais favorável. É o momento certo para recuperar o fôlego, reorganizar o ritmo e se preparar mentalmente para os quilômetros finais.
Já do km 8 ao km 10, o percurso volta a ficar ondulado, com leve subida no final. O cansaço aparece, e o último trecho exige força mental, postura e foco até a linha de chegada.
Conhecer a altimetria é parte fundamental da estratégia para uma corrida mais consciente, segura e eficiente. Na Corrida de Reis 2026, quem souber respeitar as subidas e aproveitar bem as descidas terá grandes chances de fazer uma excelente prova.